Quarentena: Um Debate em Três Atos (Ato II)

No Ato I deste ‘Debate em Três Atos’, apresentei em entrevista a Hélder Teixeira Aguiar a perspectiva a favor da quarentena obrigatória como método de contenção da pandemia de Covid-19. Mesmo antes de se decretar o Estado de Emergência em Portugal, já o povo português se tinha resguardado, entendendo ser importante ficar em casa. Não demorou para que o governo seguisse a liderança das pessoas e decretasse que sim, que seria obrigatório ficar em casa. Só recentemente, dois meses depois de decretada a quarentena obrigatória, se levantou o Estado de Emergência, e a normalidade não está ainda reestabelecida. Não só vivemos o nosso último 25 de Abril num regime de supressão de direitos, mas saímos agora desse período numa situação económica muito fragilizada.

No decorrer da pandemia, levantaram-se vozes que nos diziam que a quarentena obrigatória tinha sido despropositada e desnecessária. Essencialmente, que tínhamos sido submetidos a um sacrifício que levou muitas famílias portuguesas a situações muito precárias do ponto de vista económico e de emprego… para nada. Este ponto de vista não é universalmente aceite, mas quem o defende insiste ter provas científicas para o provar (como insiste quem defende a perspectiva contrária). Quais são, então, os argumentos dos que defendem que a quarentena obrigatória foi inútil no combate à pandemia da Covid-19? Comprometi-me no Ato I deste debate a explorar no Ato II estes argumentos, na minha busca por encontrar sentido nestas vertentes de opinião tão divergentes. O próximo ato, terceiro e final, consistirá na minha própria análise da situação, após ter consultado com ambos os lados do debate.

Esta entrevista aconteceu de forma um pouco diferente da que fiz anteriormente. Assim que contactei o Gabriel Branco, assistente hospitalar sénior de neurorradiologia no Centro Hospitalar Lisboa Oeste (C.H.L.O.), dizendo que procurava alguém que se opusesse à quarentena como meio de contenção da pandemia de Covid-19 em Portugal, o Gabriel respondeu: ‘Cara Natércia, os dados científicos e clínicos apontam para que não exista qualquer pandemia’. Com uma declaração tão directa, foi-me impossível não fazer mais perguntas imediatamente, e a entrevista acabou por acontecer espontaneamente. Na sequência desta primeira entrevista, coloquei também algumas perguntas ao Dr. André Dias, doutorado em Modelação de Doenças Pulmonares pela Universidade de Tromso (Noruega), hoje reconhecido nacionalmente como a voz da opinião contrária à quarentena. Ficam aqui ambas as entrevistas, que informarão também o Ato III deste ‘Debate em Três Atos’.


Entrevista a Gabriel Branco:

Uma pandemia trata-se de uma nova doença infecciosa que se desenvolve rapidamente, infectando de forma fácil e sustentável humanos em várias partes do Mundo – o Gabriel entende que esse não é o caso com a Covid-19? Entende que devíamos ter seguido com as nossas vidas sem absolutamente nenhuma medida preventiva?

Correcto, se for assumido que uma pandemia se manifestaria por uma doença mortal com distribuição mundial, o que por sua vez implicaria um excesso de mortalidade. Pelas minhas contas, fáceis de fazer, prova-se que não há excesso de mortalidade no Mundo. Logo, não há pandemia (mortal). As provas matemáticas para esta afirmação são as seguintes:

a) Portugal: segundo dados oficiais de SICO-eVM, a mortalidade total nos meses de Janeiro a Abril foi de 41.278 em 2017, 43.807 em 2018, 42.930 em 2019 e 42.746 em 2020. O gráfico Euromomo.eu, baseado em curvas de probabilidade z, mostra apenas uma época gripal tardia, invulgar, mas pouco letal. Na semana 17 de 2020 a mortalidade já estava dentro da probabilidade z (faixa azul).

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Ao apresentar este gráfico, retirado do Euromomo.eu, Gabriel acrescenta: ‘CUIDADO! Estes gráficos são curvas de probabilidade, os picos têm de ser interpretados por quem sabe o que significam.

b) Mundo: no site ourworldindata.org podemos verificar que a mortalidade mundial projectada para 2020 é de 60,20 milhões. Um cálculo proporcional para o dia 120, terminada a época gripal (Janeiro a Abril) no hemisfério Norte, onde reside 80% da população mundial, dá um valor que ronda 20 milhões [(120 : 360) x 60.200.000 = 20.066.666]. O site worldometer.info às 19h do dia 1 de Maio fornecia um valor de mortalidade mundial inferior a 19,62 milhões.

Ora, uma terrível pandemia com o vírus “assassino” (citando a comunicação social), não é compatível com ausência de excesso de mortalidade local ou mundial. Se morreu sensivelmente o mesmo número de pessoas que era previsto, onde está o efeito real do suposto vírus assassino?

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Se não há pandemia, se não eram precisos nenhuns cuidados, como justifica as situações em Itália e em Espanha?

Mediatismo. Foi iniciada uma campanha de terror veiculada pela comunicação social; o medo e a ignorância fizeram o resto. No dia 25 de Abril, um deputado italiano denunciou em pleno parlamento que, das 25.000 mortes anunciadas na Itália, 60% eram falsas.

Todos os dados relativamente às mortes “Covid-19” são essencialmente ruído: não há critérios padronizados para reportar mortes “Covid-19” nos diversos países, ou mesmo em regiões e alturas diferentes no mesmo país. Os testes PCR, que detectam partículas virais e que, logo, provariam a infeção, apresentam enormes margens de erro na prática, pelo que os dados não são fiáveis. Não nos é dito que percentagem dos mortos reportados foram testados, os testes serológicos provam que houve contacto, não provam que houve doença, e 50 a 96% dos infectados não manifestam doença relevante.

Ou seja, não é possível uma análise científica com base nos dados reportados, ainda por cima descontextualizados, porque não nos é indicado em paralelo a repercussão da actividade gripal dita “normal” e a evolução da taxa de mortalidade bruta homóloga.

Mas há relatos das pessoas de ambos os países (Espanha e Itália) de situações muito complicadas nos hospitais. Se não pela mortalidade, pela capacidade dos sistemas de saúde, não se justificou o alarme?

É tudo fácil de explicar com números. O meu serviço de neurorradiologia no Hospital Egas Moniz entrou em colapso. Isto porque se iniciaram medidas de prevenção da infecção que demoram muito tempo, bloqueando a actividade. Pisos foram encerrados à espera de uma pandemia que não se verificou. Dou um exemplo: um único técnico de radiologia estava apto a ir fazer raio-X ao internamento, e cada um demorava cinco minutos. Passaram a ser três e demoram hora e meia a fazer o trabalho. Vão faltar noutros lados, certo? Bola-de-neve.

Em Itália eles concentraram todos os casos assinalados como uma doença altamente perigosa em 3 hospitais centrais no Norte, além disso os mortos tinham de ir ser todos cremados em Bérgamo: é só colocar as câmaras em acção e ver o que deu.

Mas permita-me que reforce a pergunta: não se justificam absolutamente nenhuns cuidados ou outras medidas? Se a quarentena obrigatória é despropositada, o distanciamento social voluntário não era necessário ter sido recomendado às pessoas? O Gabriel entende que até o modelo Sueco é um exagero?

Correcto. Mas repare duas coisas: no início ninguém podia afirmar que isto não era nada, logo justificava-se alguma prudência. Na Suécia eles foram atacados por todos os lados, assim como na Holanda, tiveram de ser diplomáticos e mostrar alguma coisa. O medo também varreu os suecos, como a si e a mim.

Creio que seja entendido como bastante provável que a situação de quarentena possa ter levado a um aumento da mortalidade por outras condições que não a Covid-19. Ignorando esse aspecto por momentos, para falarmos especificamente da dinâmica da Covid-19, é da sua opinião que a situação de quarentena possa ter causado mais mortes? Ou seja, se a quarentena não tivesse sido estabelecida obrigatoriamente, teríamos menos mortes por Covid-19? Porquê?

Não há qualquer nova doença, a não ser uma variedade de gripe que não conhecíamos. Eram conhecidas 4 estirpes de coronavírus que coabitam com o Homem, agora sabemos que há 5. Nada de novo. A actividade desta estirpe estava clinicamente escondida pela actividade Ortomixovírus A H1N1, que é dominante. Mas muito provavelmente já existia. Clinicamente é uma gripe, epidemiologicamente também, a pior complicação também (uma pneumonia intersticial). A letalidade demonstrada recentemente fica abaixo de 0,1%, em linha com a gripe, embora estudos mais centrados na população infectada reportem valores até 1%. Quantos mais testes serológicos são feitos, mais baixos são os valores de letalidade reportados.

Queria citar aquele que é um dos grandes especialistas mundiais, Knut Wittkowski, que disse em Abril de 2020 que cada vírus que se espalha é um novo vírus, se não fosse novo não se difundiria, porque então nós teríamos anti-corpos contra ele. Portanto termos um novo vírus não é nada de novo, é apenas rotina. Acontece todos os anos.

Na minha opinião, o confinamento obrigatório não alterou significativamente nada em relação ao SARS-Cov-2; aumentou a mortalidade por falta de cuidados médicos gerais, embora a mortalidade global esteja em linha (o que mais uma vez prova que o vírus é inócuo).

Esta nova estirpe de gripe não tem complicações clínicas mais sérias, apesar da relativa baixa letalidade?

Não. A grande questão que eu tinha até há alguns dias era não saber a letalidade desta estirpe. Agora sabemos com estudos que vi recentemente que a letalidade desta estirpe está em linha com a gripe epidémica dita ‘normal’. Aliás, normal por favor: as gripes são normais e provavelmente muito necessárias para treinar e manter em forma o nosso sistema imunitário. Mas quanto à quarentena há aqui um dado fundamental. Em ciência o ónus da prova reside em quem formula a iniciativa. Ou seja, é quem defende esta quarentena que tem de mostrar referências científicas, publicações, que provem que estão certos. Não é quem diz que são inúteis que tem de o provar. Provar a inexistência só é possível na matemática, não na biologia. Contudo, a minha posição deriva da matemática. Caso raro na medicina, o número de mortos é uma grandeza escalável e, logo, matematicamente robusta.

Quem defende o confinamento apenas apresenta artigos de jornal e um modelo de simulação matemática formulado na Imperial College London que se prova não ter qualquer credibilidade. Não é com estes dados que se justificam as medidas tomadas, sobretudo gravosas na Europa do Sul.

Mas, assim sendo, imaginemos que não tínhamos aplicado a quarentena e esperávamos para ver como a situação evoluía. E se, depois, se demonstrasse um descontrolo da situação e uma letalidade elevada? Não se aplica que valha mais prevenir que remediar?

Vamos todos os Invernos fechar a economia e as escolas porque não sabemos que tipo de vírus vem aí? Nós não estamos a prevenir nada, mas sim a agir pelo medo. Isto sim, é a terrível pandemia.

Concede, no entanto, que esta estirpe de gripe tenha causado um surto repentino que colocou sistemas de saúde, na Itália, por exemplo, sob uma pressão que não é comum?

Mesmo que esta estirpe tivesse uma letalidade de 3%, brutal, não deveríamos tomar medidas insanas, que vão tornar os serviços de saúde mais frágeis, a economia das famílias mais frágil, menos independência. Os dados epidemiológicos, nomeadamente europeus, que qualquer pessoa pode consultar em Euromomo.eu, mostram que houve uma deslocação da mortalidade invernal, de Novembro-Fevereiro, para Abril-Maio. Os sistemas epidemiológicos de alerta, baseados em sistemas estatísticos, mostram picos altos de base estreita em Abril. Isto porque detectam esta mortalidade como ‘anormal’. Mas a única coisa anormal é que as pessoas teriam na verdade vivido mais 2 ou 3 meses do que o que seria esperado! Mas no caso de Portugal nada, não se passou nada.

Parece-lhe impossível que não tenha acontecido nada precisamente porque foram tomadas medidas atempadamente? Não se coloca essa opção?

Repare, uma coisa são verdades matemáticas, outra, estudos científicos, e outra ainda é a minha opinião. Facto: em Portugal não ocorreu nem epidemia anómala nem expressão de um pico pandémico mortal (por definição mundial). Não posso provar que as medidas tomadas foram ineficazes com base no caso nacional. Mas há dados suficientes no plano global que apontam para a total irrelevância das medidas tomadas. Contudo há aqui um ponto muito sensível. Se isto fosse mesmo uma estirpe gripal agressiva, fechar as escolas, impedindo as crianças de serem a primeira linha de defesa de grupo, poderia de facto causar uma catástrofe sanitária. Não conheço ninguém com formação epidemiológica a sério que defenda numa situação de epidemia gripal fechar escolas: erro crasso; e grave.

Cito Jorge Torgal, alguém com responsabilidades institucionais e vasto currículo na matéria: “Fechar as escolas é ajudar e justificar o medo que não tem razão de ser”.

Por se evitar dessa forma que se desenvolva imunidade de grupo?

Sim. Não se pára uma epidemia viral respiratória superior como não se pára o vento; só a imunidade de grupo resulta. Atenção, que quanto ao método de transmissão estou em desacordo com praticamente todo o mundo, incluindo os epidemiologistas. Esta doença propaga-se pelo ar, em micro-gotículas, não por contacto. Todos os estudos da sobrevivência do SARS-Cov-2 em superfícies falharam em provar, ou não mostram provas, da sua transmissibilidade pelas mãos. Os estudos que apontam para um efeito positivo da lavagem das mãos para prevenir infecções de tipo gripal são de má qualidade.

Na sua opinião, qual a razão pela qual painéis de cientistas aconselham instituições e autoridades governamentais a tomar estas medidas? Ou considera que as quarentenas obrigatórias sejam interpretações políticas do conselho científico para distanciamento, e não a recomendação científica propriamente dita?

Neste processo os políticos que seguiram inicialmente as recomendações científicas colocaram os seus lugares em risco, sob pressão da opinião pública. O poder está na comunicação social, que lançou uma campanha de terror, mas sobretudo em quem na verdade controla a comunicação social. Mas eu preferia ficar pela ciência, e não entrar na política. Não tenho ambições políticas, apenas é meu dever como médico proteger as pessoas de quem, sob a capa de protectores, coloca em causa a saúde pública.

Como será, e como acha que deveria ser, o futuro desta pandemia, em termos da resposta que lhe daremos?

Não há pandemia, como se demonstra matematicamente, se reconhecermos que sem excesso de mortalidade mundial não pode existir pandemia. Passámos a conhecer uma nova estirpe de coronavírus que coexiste com o Homem, que antes não conhecíamos. Quem domina agora as decisões de saúde pública são políticos, não cientistas. O resultado está à vista.


Entrevista a André Dias:

O meu entrevistado [Gabriel Branco] diz-me que não existe epidemia, que não há sequer necessidade de distanciamento social ou outros cuidados, que a Covid-19 é uma estirpe de gripe sem complicações clínicas mais sérias, e que as nossas vidas deviam ter seguido em frente sem qualquer preocupação, que os relatos de Espanha e Itália são mediatismo. Está de acordo?

No essencial, é isso mesmo. Há apenas mortalidade acrescida pontual, mas na generalidade dos países nunca passou sequer 2014, muito longe de 99-00. Os relatos de Espanha e Itália são isso mesmo, jornalistas ignorantes que não fazem ideia do que estão a falar, que acham que morreram mesmo muitas pessoas. Não morreram. Na Itália em 2014 morreram 54000 em excesso e não se fechou uma única escola. O distanciamento social é recomendado nos países nórdicos mesmo para gripe, e é perfeitamente razoável pedir esse cuidado às pessoas. Em quase todos os países foram tomadas medidas já depois do pico da infecção, basta olhar para os gráficos de novos casos à data de início de sintomas.

Mas o colapso dos sistemas de saúde espanhol e italiano é falso? Não aconteceu?

Aconteceu… por medo. E acontece todos os invernos. Obrigam os médicos a usar equipamento, os médicos fogem com medo e ficam equipas desfeitas, concentram tudo no mesmo hospital, mas colapsa todos os invernos.

Então, até o modelo Sueco é um exagero?

Sim, tem muito de acalmar medo, não tem nada chocante porque é todo baseado em recomendações, mas acima de tudo tenciona gerir o medo. Nunca podiam não fazer nada, os eleitores nunca compreenderiam.

Mas há cientistas, médicos etc. que defendem distanciamento social, quarentena. Porque o fazem, se não há ciência que o apoie? Prevenção?

Medo. Não têm formação nenhuma relevante em epidemiologia.

E quando se tomaram as decisões de quarentena, qual era o risco de a situação vir a ser pior do que agora se revela? Ou seja, não havia, há dois meses atrás, margem para achar que isto viesse a ser verdadeiramente problemático (embora houvesse também a hipótese de não ser)? Não se terá optado pela cautela, ainda que em excesso?

Não, a partir do momento em que os cálculos de letalidade descem a cada novo cálculo, é apenas esperar para ver. Se a mortalidade por Covid-19 se começar a aproximar da mortalidade de gripe, então começa a pensar-se em pedir distância. Se for duas vezes mais, a pedir aos mais velhos que se protejam, três vezes mais, pede-se aos doentes para não saírem de casa. Só ao ponto de a mortalidade ser dez vezes maior que a da gripe é que se considera fechar um país, e mesmo assim isso só se faz quando atingimos vinte vezes mais mortalidade que a gripe. Optou-se antes por exigir o que se viu na TV, e os políticos interessaram-se mais em fazer sobreviver as suas carreiras.

8 comments

      1. Não compreendi!? Apesar da quarentena e distanciamento Sosial morreram, mais ou menos, o mesmo número de pessoas do que em anos anteriores, sem qualquer medida exsepsional. Isso não quer dizer que seria desastroso não fazer a quarentena? O Normal seria uma redução drástica da mortalidade. Certo? Obrigado. Tudo de bom.

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      2. É impossível saber dizer se não houve mais mortes comparando com o ano passado porque a quarentena controlou as mortes ou porque, simplesmente, o vírus não aumentou a mortandade. As duas hipóteses são razoáveis. A quarentena não resultaria necessariamente numa redução drástica da mortalidade geral… se o vírus realmente é de pouca letalidade, ou se a quarentena leva a mais morte por outras causas… essa comparação fica muito difícil de fazer! Falo mais sobre a dificuldade destas comparações no artigo seguinte, o Ato III 🙂

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  1. Excelente trabalho da autora deste blog. Encontro-me desde sempre do lado da minoria, pese embora ter tido a curiosidade de ler o depoimento do primeiro entrevistado (Acto I). Neste caso particular, nota-se por parte do entrevistado, uma natural necessidade em apelar ao bem supremo e ao politicamente correcto. Que a verdade seja a minha (os factos estão lá) e que os direitos da população sejam repostos.

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